Andei por muitas quebradas, muitas tretas rolaram, mas estou passeando por aí, na paz.
Nunca pensei em fugir, mas sempre gostei de minha realidade sair, um pouco apenas.
A volta é sempre feliz, mesmo que por um triz, elaborados estudos ou simples sorte? O que te satisfaz?
Um mix, isso sei que fiz, pois é isso o que me faz, feliz, mais, ah minhas simples antenas, na Maré ou em Atenas.
Me faz sonhar, ser informal, não compartilhar do precioso mal, usá-lo, em nome do que quero, creio, anseio.
Eis minha vitória, crer que todo espírito é santo, que posso tudo, e mesmo estando, não me perco no meio.
Atravesso as portas que me atinham o mover, crio santas novas para meu pré ver, sem cruz, sem vestes...
...o corpo e alma nús. Aceita JewSUS, eu não, quando estou doente me curo, tento ser igual ao Nazareno.
Isso, um tanto quanto obscuro? Ah...minha poesia é minha alma, já viu sua alma, ela existe?
Quanto nessa vida já tomou de veneno?
Ainda tem luz?
Revolucionário, nas palavras e atos, criar o milagre, ser o milagre, ser vinho sem ter medo de um dia virar vinagre.
Logo, ai, ai, ai, ai, em cima, em baixo, puxa e vai, pois batatinha, não tem mais, porque quando nasce se esparrama pelo chão, não tem pai ou mãe, nada carrega no bolso e muito ódio traz no coração.
Quem não terá medo de lhe mostrar uma solução? De lhe dar amor? Esse é nosso fim, esse deve ser nosso meio, com cor, textura na luz e na sombra, maior profundidade de campo e com isso mais foco, levar amor, carinho e oportunidades, para as flores novas brotarem e novos frutos gerarem.
Escrever com a luz, isso seduz, ilumina, faz de mim um ser de minha própria sina, de minha própria luz, ser, ver, mostrar, mudar? Depende.
Se bah eu broto aê, é noise. Uh, se vê, andar aê. Passado, presenteie-se para o futuro.
Maduro? Não quero cair do pé, já é?
Pocou!